Porque viver, sobrevivendo, é uma questão de simplicidade...
Sexta-feira, 29 de Abril de 2005
...

O meu marido faz 52 anos amanhã.


Para meu azar, o dia calha a um sábado, portanto há festaréu…


Não é que me importe, mas o trabalhinho sobra para quem?


Hem????


Segunda feira apareço cá de gatas…


Aproveitem o fim de semana para fazer o que vos apetecer.


Um beijo e até segunda, se Deus e o Diabo quiserem..



publicado por Fernanda às 11:26
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Quarta-feira, 27 de Abril de 2005
TIM

Tenho uma dor de cabeça do tamanho de um camião!


A propósito..


 Lembram-se (os mais atentos) que mudei de casa há um aninho, mais dia, menos dia.


 Não tenho nada a dizer da terrinha para onde fui. Só uso a estrada que sobe, para depois a descer, e voltar a subir, no percurso de casa-trabalho-casa-trabalho…


 Quando entro o meu portão, esqueço-me do mundo (A NÃO SER QUANDO VEM UM VIZINHO DIZER QUE O MEU TERRENO É DELE!), e como a vedação nada me deixa ver lá para fora, não tenho qualquer ideia de como funciona a terrinha.


Já deu para perceber que é local de gente simples, mas com a mania que é tudo deles. Ou seja, os forasteiros não são muito bem vindos.


Coisa comum em meios pequenos, passada e não satisfeita a curiosidade…


De resto…


Foguetes por tudo e por nada, miúdos a voar pelas ruas em bicicleta, comadres paradas no meio da estrada a conversar, carroças puxadas por burros cansados ( e eu que nunca ultrapasso!), tocadelas de campainha fora de horas (tenho mesmo de comprar o vídeo porteiro!), putos imberbes de motões e carros todos artilhados a fazer rally à minha porta, enfim, nada de preocupante.


 Agora o que me chateia, mas me chateia solenemente, me chateia tanto que ando sempre chateada, e cada vez mais me chateio ainda mais, é o raio da TIM !!!!!!


 Não sabem o que é a TIM ????????


A TIM está a transformar-se no meu maior pesadelo.


Ele é TIM por todo o lado, à minha frente, atrás de mim, à minha porta, pelas ruas acima, pelas ruas abaixo, com os seus grandes, enormes, gigantescos, descomunais elementos!!!!


A todas as horas e em qualquer lugar, lá está ela!


Já experimentei sair de casa às 7 horas, às 8, às 6.30 h, às 8.45 h.


 À hora de almoço, variei a minha hora de chegada a casa.


Quando regresso ao fim do dia, também não adianta.


Encontros imediatos, diários, fatídicos com a TIM !


Estou a conformar-me porque não tenho alternativa.


Vivo na terra dos camiões!


Sim.


A terrinha onde moro é a base da TIM – TRANSPORTADORA IDEAL MURTEI……


Toma! Para eu aprender a não invadir terra alheia.


Depois de vacofobia (alguém sabe como se chama a fobia de vacas, touros e afins de que sofro desde criança?), estou a ficar com TIMOFOBIA!


E já agora, já repararam como ficam ridículos os camiões TIR sem atrelado?


 Tanto tamanho pela frente e depois, nenhuma substancia…


O que será que isso me faz lembrar?


Beijos



publicado por Fernanda às 18:06
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Terça-feira, 26 de Abril de 2005
Boa semana pessoal

Sou uma ingrata.


 Esta minha capacidade de olhar só para o que está mal, almejando que tudo esteja perfeito…


A perfeição não existe! Profundo, hem?


 Eu devia andar todos os dias de joelhos, só para agradecer o que tenho.


A vida está muito difícil, e a mim e aos meus não falta comida na mesa e conforto.


Sei que o ser humano não se contenta só com o que é material, mas quando o tem.


 Quando as necessidades mais básicas não estão preenchidas, quem se rala com metafísicas e crises existenciais?


Portanto, aqui deixo um “mea culpa” para começar a semana.


Sou mesmo uma ingrata com a vida e com Aquele que está lá em cima.


 Mas que é danado pensar no que falta, é.


 E não estou a falar de coisas materiais.


Tudo isto é culpa do dentista… Tenho consulta às 14 horas…


AI!



publicado por Fernanda às 11:04
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Sexta-feira, 22 de Abril de 2005
Bom fim de semana
Que não há força para mais..

Beijos


publicado por Fernanda às 17:19
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Quinta-feira, 21 de Abril de 2005
NÃO HÁ HASSE QUE AGUENTE!

Se eu vos contar, vocês não acreditam!


Lembram-se de a bruxa me dizer em Janeiro que eu ía ter este ano um “problemazinho” legal.


Então, ajudem-me a contar:


 - A inundação no Carregado: tenho a Tranquilidade à perna


- A pancada no meu carro: estou eu à perna da Seguro Directo


E AGORA, LADIES AND GENTLEMEN!!!!!!!!!


Tarantantam…….


ACREDITAM QUE O GAJO QUE COMPROU A CASA AO LADO DA MINHA, NOS VEIO DIZER QUE UMA PARTE DO NOSSO TERRENO É DELE???????????????????????????????


Uma faixa de terreno onde está a casa de banho do jardim, a arrecadação e os dois alpendres da garagem?


 Uma faixa de terreno onde estão 3 palmeiras, várias árvores de fruto que o meu sogro plantou antes de morrer, uma bananeira, um bocado de muro que me custou os olhos da cara, e uma sebe enorme, quando digo enorme, é do género, um km de comprimento e para aí 2 metros de altura???????


 ACHAM NORMAL UMA COISA DESTAS???


 Antes que mo aconselhem, sim. Já fui à Conservatória do Registo Predial, à Câmara Municipal, às Finanças….


 E em todo o lado, só diz a metragem das propriedades, nada de limites!


 Portanto, este fim de semana, vamos andar de fita métrica na mão, ou então arranjamos dinheiro para um levantamento topográfico.


Snif...


 Cada vez vejo a minha operaçãozita mais longe, caramba!


O melhor de tudo é que o gajo muda-se no final de Maio, trazendo atrás 3 pastores alemães adultos, que facilmente passarão de um lado para o outro.


 Estão a ver o filme?


 Eu entrar no meu jardim, com o carro, mais as crianças, e ter à minha espera 3 canzarrões, prontos para me fincarem o dente?


Vai ser bonito, isso vai…


Desculpem não vos ter visitado estes dias, mas a coisa tá preta!


Já não há pachorra! Dassse…



publicado por Fernanda às 15:54
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2005
Não sei se rie, não sei se chore....

Esta, NINGUEM vai ler de certeza!


 


De: Maria Fernanda …..


Rua…..


Para: Seguro Directo


 Departamento de Sinistros


 20 de Abril de 2005


Assunto – Apólice nº ………… – Participação de sinistro (Ocorrência nº ………………….)


Exmos. Senhores,


Esta é, com concerteza, uma carta que gostaria imenso de não ter de escrever.


Pensei em fazê-lo apenas de um modo curto e seco, muito profissional, limitando-me a enumerar factos para contrapor à v/ posição perante a ocorrência que vos coloquei.


Mas confesso que a sensação de injustiça que me atormenta é tão forte, que tenho de começar com um desabafo, que peço me desculpem, mas além de um nº de processo, sou uma pessoa, bem como quem está desse lado! Assim posso ter a esperança de que tenham a paciência de me ler!


 Tenho carta de condução há 14 anos, e nunca tive qualquer problema porque sou uma condutora medricas e cuidadosa, que odeia conduzir.


Apenas o faço de casa para o trabalho e vice-versa (convém!), com passagem pelas escolas dos meus filhos, e pouco mais.


Nunca ultrapasso, nunca excedo o limite de velocidade, em suma, sou uma autêntica naba exasperante ao volante!


Quando tenho de ir a Lisboa, vou sempre de camioneta. Fiz uma excepção naquele malfadado dia 12 de Fevereiro. É caso para dizer que há certos dias em que não se devia MESMO sair de casa!


 Estava eu PARADINHA na Av. de Berna, em fila, quando a condutora à minha frente decide fazer marcha atrás sem olhar e PUMBA, bate no meu carro.


Saímos, olhámos uma para a outra, mil pedidos de desculpa da parte dela, e blá, blá,blá.. chegámos à conclusão que estávamos as duas muito atrasadas, e ela assumindo a culpa do sucedido, trocámos apenas o número de telemóveis e de apólices.


Fiquei descansada porque a senhora tinha bom aspecto, e decerto não haveria problema nenhum. Felizmente a juntar ao bom aspecto, a D. Maria João também é uma pessoa séria.


Encontrámo-nos uns dias depois, para preencher a declaração amigável, que só assinei depois de perguntar à minha companhia de seguros (VOCÊS) se era esse o procedimento correcto, e cada uma a enviou por fax para a sua seguradora.


E esperei.


 Até aqui, tudo bem.


 Por insistência do meu marido, que não tem fé nenhuma na honestidade dos outros, resolvi confirmar junto da OK Teleseguro se a participação tinha mesmo sido efectuada.


Tinha sido, sim senhora, o que provou que a minha intuição não tinha falhado. Mas que, por causa de um acordo não sei de quê, o meu carro seria arranjado pela minha companhia, e o da D. Maria João pela dela.


 Agradeci a informação, e fiquei a pensar com os meus botões “coitada da minha companhia, afinal vai entrar em despesas sem eu ter culpa nenhuma, o que vale é que o carro está pouco amachucado. Sorte teve a D. Maria João, que já tem o carro tão estragado, que este embate não lhe fez mossa nenhuma…”


Pois, pensava eu.. “decerto que a minha companhia vai depois pedir o reembolso à outra…”


E estando nestas deambulações idiotas perante os possíveis aborrecimentos que eu poderia causar a um gigante empresarial, lá liguei para a minha companhia (VOCÊS) para perguntar quando poderia pôr o carrinho a arranjar, tanto que tenho de o levar à inspecção, e não convém ele ir de olho torto!


A resposta que ouvi, já os senhores a conhecem!


 A apólice estava cancelada por falta de pagamento!


A minha primeira reacção foi de pura incredulidade.


Uso pouco a conta onde me é descontado o valor do seguro (uns miserentos 17,23 €), não tenho o cuidado de andar a ver o saldo, até porque o gerente do banco tem a amabilidade de me telefonar quando o mesmo está em risco, portanto, o meu espírito está descansado…


Obviamente, o meu 1º passo foi ligar para o banco a perguntar o que se tinha passado.


 “Ai D. Fernanda, tem toda a razão, mas sabe estas coisas passam só pelo sistema informático, não passam pelas nossas mãos… Verifique os extractos do banco, ou passe por cá, que analisamos em conjunto. Muito prazer em ouvi-la, depois diga-me alguma coisa, sim?”


Pois.


 E viva o sistema informático!


Eu própria já não passo sem computador!


Felizmente que no site do BCP os extracto das contas estão online desde 2003.


Lá imprimi desde Agosto de 2004… a dia 23 lá está o seguro… a 22 de Setembro, lá vem o descontinho.. a 21 de Outubro, lá está ele…. A 21 de Dezembro, uma vez mais (“olha, descontaram mais dinheiro, porque será? Isso agora não interessa, Maria!”), a 21 de Janeiro de 2005, cá está ele!


Então e em Novembro? Em Novembro não está! Analisando o saldo da minha conta, verifico que apenas no dia 22 de Novembro, não havia dinheiro suficiente na conta (por causa dos safados da Tranquilidade que lá foram sem eu esperar!).


É claro que com 4,96 € eu não podia esperar que me descontassem 15,97€!


 Portanto , meus senhores, vocês têm razão!


Em Novembro de 2004, não puderam retirar o dinheiro da minha conta, porque no dia 22 não havia saldo suficiente.


Com certeza que dava muita chatice lá voltar no dia 23… Ou se eu fosse uma mulher de sorte, teriam lá passado no dia 21 (na volta era fim de semana, ou coisa assim…)


 Enfim…


 Mas gostava que alguém me explicasse uma coisinha…


Quando um cliente não paga um mês, ninguém se dá ao trabalho de avisar, e anulam logo a apólice?


E, anulando a apólice, não avisam o cliente, e mesmo assim, vão retirar dinheiro nos dois meses seguintes, com a apólice já anulada???


E mais, desculpem se me estou a alterar, mas já pensaram que entre Dezembro de 2004 e Abril de 2005 (desde que anularam a dita, até ao dia em que eu vos telefonei) EU ANDEI DE CARRO SEM SEGURO????


 Se me tivesse acontecido um acidente grave, ou se tivesse sido mandada parar pela Policia, como era?


Figura de parva eu fazia, em completo desconhecimento da situação!!


 No meio de todo este relambório, uma coisa positiva.


 Quando liguei para o v/ serviço de Apólices, tive a sorte de ser atendida pela D. Célia Charneca, que teve a paciência de me ouvir, me deu as referências Multibanco para eu poder pagar o mês de NOVEMBRO de 2004, e os meses de Fevereiro, Março e Abril de 2005, tornando a apólice de novo activa.


 Ao menos, isso!


Não quero deixar de salientar aqui a simpatia e a competência da D. Célia, que inclusive, no dia 5 de Abril, teve de sair mais tarde do emprego por minha causa.


 Justiça seja feita!


 Bem, já me alonguei bastante.


 Se não tiveram a paciência de me lerem, aqui fica um resumo:


1. Na v/ carta que recebi a 15 de Abril de 2005 (num envelope da Império-Bonança!), indicam que a minha apólice foi anulada em 20 de Dezembro de 2004.


2. No entanto, em 21 de Janeiro de 2005, foi retirada a prestação da minha conta.


 3. Mandei por fax a participação de sinistro a 23 de Fevereiro de 2005.


4. Fiquei a saber a 5 de Abril de 2005, por telefone, que a minha apólice não estava em vigor, e paguei os valores que me indicaram em falta., tendo sido reactivada a apólice.


5. Não tive qualquer culpa do acidente (ESTAVA PARADA!!!) pelo que, pela lógica, devia ser a companhia da outra condutora (OK Teleseguro) a pagar o arranjo do carro!


 Pela lógica, digo eu….


Face ao exposto, solicito que defendam os meus interesses, pois sou vossa cliente, e desenvolvam todas as iniciativas necessárias para que o meu carro seja arranjado.


O mais ridículo desta situação, é que o arranjo é mínimo, quem olha distraidamente nem nota que o carro foi batido!


Mas estou no meu direito de pedir que o arranjem, e desse direito não vou abdicar.


 Obrigado pela vossa atenção, e fico a esperar (não indefinidamente) por uma resposta da vossa parte.


Não sei se serve de muito, mas junto cópia do extracto do banco, o resto da papelada, já está nos vossos serviços.


Melhores cumprimentos,



publicado por Fernanda às 17:07
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Terça-feira, 19 de Abril de 2005
Ai....

View image


 


Preciso de me animar, até porque não vale a pena fazer uma tempestade num copo de água.


 E como dizem os meus amigos, que tal começar a fazer alguma coisa para resolver a situação?


 Soluções mágicas, até as há, mas de momento são impossíveis.


Mas existem outras maneiras de se caminhar ao encontro daquilo que desejamos.


Sinto alguma culpa de um assunto deste tipo me andar a perturbar tanto.


Afinal, não tenho nenhuma doença grave que me ponha de pezinhos virados para a cova mais cedo do que esperava…


Mas o facto é que a minha qualidade de vida podia melhorar bastante, a minha auto estima também, mas posso sempre tentar ser uma pessoa mais positiva, deixar este circulo vicioso de auto destruição que me está a consumir..


 Alguns de vocês já devem estar a pensar que “ela fala, fala, mas não diz nada! Fico chateado, é claro que fico chateado!”


Chateada fico eu! Para perceberem, cliquem na imagem e vão perceber, o Antes e o Depois! A foto não é minha, mas está muito parecida…


E não vou descansar enquanto não conseguir!


É melhor calar-me que isto está muito confuso.


Obrigado pela vossa paciência, ó magricelas!



publicado por Fernanda às 10:26
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Segunda-feira, 18 de Abril de 2005
É o que faz contar com o ovo no coiso da galinha! Perspectivas goradas....Boa semana...
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publicado por Fernanda às 09:40
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Sexta-feira, 15 de Abril de 2005
Bom fim de semana! Segunda explico a razão da minha alegria!
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publicado por Fernanda às 09:32
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Quinta-feira, 14 de Abril de 2005
Vamos lá ver...

Hoje estou feliz.


 Na expectativa expectante (OLHA A REDUNDANCIA MARIA!!!) de que me vai acontecer algo muito bom. MMUUUITO BOM!


Tenho uma consulta às 16 horas em Lisboa, e tenho fé que vou ter noticias que me agradem.


 Se eu não aparecer aqui durante uns dias, já sabem que as noticias foram contrárias à minha expectante esperança…


Se me encontrarem por aí aos pulinhos no meio da rua, percebem logo que aconteceu o que eu mais desejava!


Entretanto, descobri uma música que me levanta a moral e boa disposição.


 É fantástica! Chama-se UNWRITTEN e é cantada pela Natasha Bedingfiel.


 Deixo aqui um bocadinho do refrão:


 “Feel the rain on your skin


 No one else can feel it for you!


Only you can let it in…


No one else, no one else can speak the words on your lips!!”


Bem, o meu filho conseguiu tirar a letra toda, aqui fica.


Beijos pra todos e façam uma forcinha pra moi!


 


“Am Unwritten,


 Can't Read My Mind,


I'm Undefined I'm Just Beginning,


 The Pen's In My Hand,


Ending Unplanned Staring At The Blank Page Before You,


Open Up The Dirty Window


Let The Sun Illuminate The Words That You Could Not Find


Reaching For Something In The Distance So Close You Can Almost Taste It


 Release Your Inhibitions


Feel The Rain On Your Skin


 No One Else Can Feel It For You


 Only You Can Let It In


No One Else, No One Else


 Can Speak The Words On Your Lips


Drench Yourself In Words Unspoken


Live Your Life With Arms Wide Open


Today Is Where Your Book Begins


 The Rest Is Still Unwritten


I Break Tradition, Sometimes My Tries, Are Outside The Lines


We've Been Conditioned To Not Make Mistakes,


 But I Can't Live That Way


Staring At The Blank Page Before You,


Open Up The Dirty Window Let The Sun Illuminate The Words That You Could Not Find


 Reaching For Something In The Distance So Close You Can Almost Taste It


 Release Your Inhibitions!”



publicado por Fernanda às 08:58
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